quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Filme Obsolescência Programada explica por que produtos têm vida útil curta!

Boa Tarde galerinha,

Hoje quarta feira de cinzas, trago um assunto bastante conhecido para quem é da área ambiental, mas que muitas pessoas leigas não conhecem! O nome é Obsolescência Programada.

Quero compartilhar com vocês essa matéria da  revista Super Interessante sobre esse tema e também pedir que todos assistam o filme que retrata a foma como o mundo moderno nos impulsiona ao consumo exacerbado! Reflitam!



O documentário espanhol Obsolescência Programada, lançado em 2010 na Europa, chegou apenas neste anos aos Estados Unidos, com o nome de The Light Bulb Conspiracy (A Conspiração da Lâmpada, em inglês). Sua diretora, Cosima Dannoritzer, foi à América para divulgar e apresentar sua obra em festivais – ainda não há previsão para estrear no Brasil. Apesar de não ser um filme inédito, retoma-se a discussão de seu tema principal: a indústria determina duração curta para alguns produtos com o objetivo de estimular o consumo das versões mais atuais.
Basta pensar na seguinte situação, bem recorrente: seu aparelho de DVD quebra; você o leva para o conserto, mas o orçamento fica tão caro que vale mais a pena comprar um novo! O motivo de o equipamento antigo ficar obsoleto? Como mostra o Obsolescência Programada, ele chegou ao limite programado pelo próprio fabricante.
O documentário começa apresentando o que ocorre com a indústria de lâmpadas. Na década de 1920 cada uma durava 2500 horas. Hoje elas aguentam, em média, cerca de 1000 horas. Essa diferença aconteceu porque os fabricantes acordaram que elas deveriam “morrer” mais rápido para que os consumidores precisassem comprar mais. Há também exemplos sobre:
- impressoras que registram a quantidade de páginas que imprimem e param de funcionar a partir de um número determinado de impressões ou
- meias-calças produzidas com fios de baixa qualidade, depois de sua fabricante ter confeccionado um tecido altamente resistente, para que as mulheres comprem o artigo com frequência.
Além de estimular um ciclo vicioso de consumismo, a prática causa problema ambiental e social. Os objetos obsoletos, principalmente equipamentos eletrônicos, são jogados fora de maneira incorreta – o certo seria enviar para a reciclagem – e acumulam-se em lixões, contaminando o solo. Cada nova produção exige mais consumo de recursos naturais, como água, minérios e árvores. Outro agravante é que algumas pessoas desempregadas se submetem a ir até os lixões ilegais para encontrar metais valiosos que compõem os eletrônicos – como prata, ouro, cobre, paládio -, mesmo que em pequenas quantidades, e vendê-los.
O filme está na internet. Assista abaixo e responda: você pensa em toda essa história antes de comprar um novo eletrônico? O documentário fez você refletir sobre os próprios hábitos de consumo?



 


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/filme-obsolescencia-programada-explica-por-que-produtos-tem-vida-util-curta/

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Reação ao texto “O Ponto de Mutação” de Fritjof Capra.

Boa noite leitores,




Aqui está minha última reação, espero que vocês gostem e abram suas mentes para o que estamos fazendo com o Planeta e com nossas vidas individuais e coletivas! 


Leiam com atenção e façam uma reflexão!









Estamos vivendo uma crise, com patamares sociais, econômicos e ecológicos; que ameaça a raça humana e toda a vida no planeta. A tecnologia investe dinheiro onde não deve, ao mesmo tempo somos enganados pelo desenvolvimento tecnológico, que faz com acreditemos que necessitamos de coisas inúteis. Nosso planeta pede ajuda e nós apenas o poluímos, seja o ar, a água, o solo, enfim a vida. Estamos intoxicando o que a Terra nos dá por bondade, aquilo que necessitamos para viver.
E não é só o Planeta que sofre. Nós seres humanos, que moramos nesta “casa”, também nos desintegramos. Não há mais respeito; a violência; os acidentes; as doenças, só crescem a cada dia. A ilusão do progresso faz com que esqueçamos até aquilo que mais gostamos; tornamos-nos especialistas em partes de algo da realidade, quando na verdade o que importa é entender que a realidade é um sistema interligado por diversos fatores.
Conheceremos a era do declínio total do patriarcado, da falta dos combustíveis fósseis e de uma profunda mudança nos paradigmas culturais , responsáveis pela visão da realidade. Hoje pensamos que apenas o conhecimento científico é válido; que viver é competir e que o progresso não tem limite. A crise que estamos vivendo é um processo de transição de dimensão planetária, onde indivíduos, ou melhor, seres vivos, representam um grande ecossistema planetário.
A concepção filosófica chinesa “I Ching” é muito bem abordada por Capra. Neste pensamento, existem dois pólos, chamados de YIN e YANG, acredita-se que todos os fenômenos naturais são manifestações oscilantes destes dois pólos. Não há um melhor do que o outro, o melhor é que haja um equilíbrio entre esses dois pólos. Na nossa civilização ocidental entendemos que pelo fato do YIN ser receptivo, conservador etc., deve se submeter ao YANG que é expansivo, agressivo etc., daí vem a dominação masculina;  o renome da pensamento racional; o conhecimento científico como primordial etc.
De tanto utilizar a mente como fonte e expressão de conhecimento, esquecemos que o corpo e o ambiente natural podem nos ensinar e nos revelar aquilo que ainda não conhecemos. Com a ciência newtoniana o meio ambiente foi explorado, assim como as mulheres, visando uma concepção mecanicista do universo.
Nosso progresso foi tão racional, que podemos controlar coisas tecnológicas, mas não controlamos nossas ações do dia-a-dia. Em um sistema saudável, tanto os indivíduos como o ecossistema, estão em pleno equilíbrio e integração, além de uma profunda abertura às mudanças possíveis de acontecer nesse sistema não-linear e flexível.
Assim, ficam evidentes que o YIN/YANG são tendências integrativas e auto-afirmativas, necessárias à obtenção de relações sociais e ecológicas harmoniosas. E o mais importante é que essa tendência vem se concretizando através de movimentos feministas e ecológicos; novas consciências estão brotando desse sistema fracassado.
Enfim, as teorias científicas nunca conseguirão explicar a teia da vida, ou melhor, a realidade, podem até aproximar-se da realidade, através de descrições; mas a verdadeira realidade está no saber viver e conhecer o segredo e o milagre da vida.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Quais são as vantagens e desvantagens de Belo Monte?


A maior vantagem é óbvia: mais eletricidade. O consumo de energia sobe junto com o do PIB. Em 2010 foram 7,5% de crescimento no Produto Interno Bruto e 7,8% no do consumo de eletricidade. Sem energia, o país não cresce. E se o país não cresce você tende a perder o emprego - pior do que dormir no escuro... Belo Monte, por esse ponto de vista, é uma necessidade. Mas para alguns é uma atrocidade, já que seu reservatório vai alagar uma área na Amazônia equivalente a 1/3 da cidade de São Paulo, entre outros desequilíbrios ambientais. Por essas, Sting e o cacique Raoni já atacavam Belo Monte em 1989. Na época, a proposta de aproveitar as águas do rio Xingu para gerar energia já era antiga: começou em 1975, no governo Geisel. Em 2011, as obras começaram. E os protestos aumentaram. O Movimento Gota D`Água, em que atores defendem o fim das obras no YouTube, é só o mais recente. O apelo é substituir a usina por fontes de energia eólica e solar. Para quem defende Belo Monte, isso não faz sentido: seria mais caro e menos confiável. A maior certeza é que, até janeiro de 2015, a data marcada para a entrega da usina, muita água vai rolar nesse debate.

ARGUMENTOS CONTRA

Debaixo d`água


O lago que alimentará as turbinas de Belo Monte vai ocupar uma área equivalente a 90 mil campos de futebol da bacia do Xingu, que abriga 440 espécies de aves e 259 de mamíferos.

640 km2 é a extensão da área alagada, que equivale a 1/3 da cidade de São Paulo


Caos social

A obra vai obrigar a realocação de 5 988 famílias. Além disso, milhares de migrantes serão atraídos para a região. E as obras de saneamento prometidas para recebê-las estão atrasadas.

20 mil pessoas terão de sair de suas casas.

A cidade de Altamira espera 100 mil novos moradores. A população da cidade vai dobrar, e não há infraestrutura para isso.

Desmatamento

O lago da usina receberá água drenada de outras regiões do rio Xingu para que haja volume suficiente no reservatório. Essa água chegará por meio de um canal com 130 m de espessura e 20 km de extensão.

Para a construção do canal, serão removidos 100 milhões de m3 de floresta, que encheriam 40 mil piscinas olímpicas

Índios ameaçados


Com o canal drenando água, a área do Xingu próxima ao lago terá sua vazão reduzida. São 100 km de rio que, segundo especialistas, podem até secar. Isso pode destruir o modo de vida dos índios que habitam a região e vivem da pesca.

100 km do rio Xingu terão a vazão reduzida

952 índios serão afetados

ARGUMENTOS A FAVOR

Energia barata


Mil chuveiros ligados por uma hora dão um megawatt-hora (MWh). Em Belo Monte, 1 MWh custará R$ 22. Essa energia tirada de uma usina eólica custaria R$ 99. De uma solar, quase R$ 200.

Para igualar a produção de Belo Monte, seriam necessários

19 termelétricas

17 usinas nucleares iguais a Angra II

3 700 torres de energia eólica

49,9 milhões de placas de energia solar

Motor para o PIB

O Brasil precisa de mais energia. A demanda no país, segundo a Agência Internacional de Energia, deve crescer 2,2% ao ano entre 2009 e 2035. Mais do que a média mundial, de 1,3%, e até do que a China, de 2%.

Crescimento de consumo de energia elétrica em 2010 - 7,8%

Neste ritmo, o Brasil precisaria dobrar sua capacidade de geração de energia a cada 12 anos

Desenvolvimento

As cidades próximas às usinas enriquecem - foi o que aconteceu com a região de Tucuruí, também no Pará, onde desde 1984 está a primeira grande hidrelétrica da Amazônia, inaugurada em 1984.

Serão criados 40 MIL empregos diretos e indiretos.

Os investimentos do governo em saúde, educação e infraestrutura chegarão a R$ 4 bilhões isso dá 7 vezes o PIB de Altamira.

42% está ótimo

A área alagada de 640 km2 é pequena. Tucuruí ocupa 2 850 km2 . Itaipu, 1 350. Também criticam o fato de que a usina vai operar a 42% de sua capacidade, em média. Mas é o normal, por causa das estiagens. E mais eficiente do que lá fora:

Média da capacidade de operação


ESPANHA - 21%

FRANÇA - 35%

BELO MONTE - 42%

EUA - 46%

BRASIL - 50%

Artigo retirado de:  http://super.abril.com.br/ecologia

sábado, 21 de janeiro de 2012

Reação ao texto “Mapas para a Festa” de Otto Maduro

Boa noite galerinha do bem!!!!!!!


Hoje trago minha penúltima reação, que na verdade é uma poesia! É sobre um conhecimento complexo que na realidade não conhecemos. Espero que compreendam, vai ser difícil, mas não impossível!Não sei de onde veio essa minha inspiração, mas com certeza foi da overdose de leitura que tinha que fazer  durante a disciplina!

Coloquem seus "miolos" para funcionar!!!



O conhecimento desconhecido


Será uma inconsciência da abstração?                                             
Será o encontro diante da emoção?
Será a busca pelo limite da razão?
Onde está o conhecimento?

Inventamos conexões com a verdade
Inventamos o conhecer pela diversidade
Inventamos experiências por verdades
Mas, onde está o conhecimento?

Somos traídos por nossas emoções
Somos treinados a exercer as razões
Somos reféns de nossas relações
E onde está a verdade?

A prática da experiência de viver
A capacidade de imaginar
A habilidade de intervir
Será isso a verdade?

É possível conhecer o inexistente?
É possível reinventar o futuro existente?
É possível um sonho concretizar-se?
Será isso o desconhecido?

Conhecemos através de lembranças
Conhecemos heranças do passado
Conhecemos apenas o que nos interessa
Será o conhecer como figuração da realidade?

Somos seres que reduzimos a verdade
Só percebemos uma parte da realidade
Somos cegos diante da verdade
Só reconhecemos o desconhecer






quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Dia Internaciona do Riso (18 de Janeiro)

Boa Tarde leitores!

Hoje é dia de sorrir, quer dizer não só hoje, mas todos os dias devemos sorrir, mesmo quando estivermos tristes, pois é uma forma de superar momentos difíceis.

Leia mais um pouco sobre o riso! Fonte:http://www.cerebromente.org.br

Pense na última vez que você riu. Foi por alguma situação engraçada? Ou por alguma piada? Ou por uma sátira que viu na TV? Talvez por nenhuma dessas razões. Muito provavelmente não houve uma razão especial e você riu ou sorriu ao cumprimentar alguém, quando conversava com amigos ou quando brincava com alguém.
O riso é universal na espécie humana e uma das coisas mais comuns que fazemos. Nós rimos muitas vezes por dia e em situações extraordinariamente diversas, mas não percebemos isso, porque raramente controlamos conscientemente o nosso riso. O neurobiologista Robert Provine, ao observar 1200 conversações em locais públicos como shopping centers, salas de aula, lanchonetes, ruas, etc, descobriu que 80% do nosso riso não tem nada a ver com humor. Nós rimos essencialmente em situações sociais e geralmente em momentos de felicidade, prazer e brincadeiras, mas sabemos que ele é muito mais do que apenas uma mera manifestação de alegria. Ele também atenua hostilidade e agressão (repare como utilizamos o riso quando queremos atenuar uma típica tensão entre estranhos ou necessitamos dizer não a alguém. Nós frequentemente rimos quando nos desculpamos. O riso desarma as pessoas, cria uma ponte entre elas e facilita o comportamento amigável.
Tudo sto indica que o riso é um elemento importante de nossa biologia comportamental humana. Ele parece ter sido selecionado pela evolução como um dispositivo importante para a nossa sobrevivência. Entender o riso significa compreender as nossas raízes sociais e biológicas e aprimorar as nossas relações sociais.
Por que nós rimos?
O riso, como qualquer outro comportamento emocional, tem uma função e o riso não é exceção. A função do riso é a de comunição. É uma mensagem que nós enviamos às outras pessoas comunicando disposição para brincar, ligar-se a elas, ficarmos felizes e fazê-las felizes, mostrarmos que somos pacíficos.
Nós somos criaturas que necessitamos criar estruturas sociais e viver bem. Então nós precisamos ter relações pacíficas com as pessoas ao nosso redor.
O riso promove efeitos positivos em nossos contatos sociais.
A função social do riso pode aprofundar-se ainda mais. Estudos mostraram que indivíduos socialmente dominantes como chefes executivos ou tribais usam o riso para controlar seus subordinados. Quando o chefe ri, os subordinados em geral também riem. O riso é então uma forma de expressar o poder? O filósofo John Moreall especula que desta forma, os chefes estão "controlando o clima emocional do grupo". Dr. Provine e sua equipe observaram que as mulheres em uma audiência riem mais quando o palestrante é um homem.
Precisamos dos risos e das brincadeiras para interagirmos como indivíduos com o grupo social no qual nos inserimos, e também para aliviar as tensões sociais do cotidiano. O riso, as cócegas e as brincadeiras estão entrelaçados de formas bastante complexas e são uma das nossas primeiras experiências de vida.
Nós aprendemos a rir?
 
 
Será que aprendemos a rir desde bem pequenos, principalmente com nossos pais? Tendemos a pensar que um bebê poderia estar rindo por imitação, mas evidências apontam que o riso possui uma base inata, pré-progaramada. Estudos com cegos, surdos e mudos congênitos, por exemplo, provaram que eles podiam rir e sorrir, mesmo sem a possiblidade de imitar outras pessoas. Recentemente observamos o riso em crianças cegas congênitas e verificamos que eles riem como qualquer criança normal e pelos mesmos motivos, ou seja, por brincadeiras, cócegas, ao ouvir músicas alegres, etc. Clique aqui para ouvir o riso de uma criança cega congênita.

Criança cega e surda congênita
Foto por Eibl-Eibesfeldt
Os animais riem?
 
Se o riso é inato, deve haver evidências para ele no registro evolutivo. Quando observamos primatas próximos aos humanos, nós vemos que o riso não é único a nós mesmos. Os antropóides (chimpanzés, gorilas e orangotango) abrem suas bocas, expõe seus dentes, retraem os cantos da boca, e emitem vocalizações altas e repetitivas, não como o riso dos humanos, mas sons mais parecidas com guinchos ou granidos ou até mesmo através de certas posturas corporais. Eu não acho isso surpreendente, porque nós somos somente uma entre as espécies sociais e não existe razão pela qual deveríamos ter um monopólio sobre o riso como uma ferramenta social.
O riso pode ter evoluído até mesmo antes dos primatas aparecerem em cena. Ratos, quando estão brincando com seus companheiros, emitem vocalizações que são interpretadas como riso. Estudos realizado pelo neurobiologista americano Jaak Panksepp mostraram que ratos emitem vocalizações ultrasônicas durante o comportamento de brincar de rolar no chão. Pansepp sugere que ratos e primatas, especialmente os jovens, usam o riso para distinguir de interações físicas ameaçadoras. Nós observamos filhotes rolar no chão com os outros, mostrar os dentes e ameaçar morder e perseguir o companheiro. Para nós, eles claramente estão brincando com esta luta de faz-de-conta, mas, vocalizações súbitas do comportamento, incluindo vocalizações, sinalizam a seus parceiros que a luta não é séria. A inabilidade de um filhote de rato vocalizar por causa de um dano cerebral, pode levar a uma luta séria.
Crianças de todas as idades, e, em muitas culturas, e também pais e filhos, também se engajam em brincadeiras de rolar no chão, de dar socos, mas sempre acompanhados pelo riso.
A importância do riso e das brincadeiras
O riso é uma das nossas primeiras experiências de vida.  Ele dá início a interação com o mundo ao nosso redor. O ato de brincar é essencial para a aprendizagem e para forjar ligações sociais. Precisamos dos risos e das brincadeiras para interagirmos como indivíduos com o grupo social no qual nos inserimos, e também para aliviar as tensões sociais do cotidiano. Alguns cientistas acreditam que as brincadeiras são parte essencial da formação do caráter. Quando brincamos, simulamos e desenvolvemos as mesmas situações cotidianas que viveremos mais tarde durante a vida adulta. Ou seja, essas brincadeiras físicas vitais e precoces ensinam-nos o alto controle e o comportamento social de que precisaremos na idade adulta. Isto ocorre quando nós aprendemos a usar o riso para indicar que a brincadeira agressiva é só uma brincadeira. Como consequência, formam-se ligações emocionais positivas.
Na faculdade de Ohio, o renomado cientista Dr. Jaak Panksepp, encontrou evidências de que as brincadeiras são uma necessidade básica partilhada entre as espécies, e que serve como uma forma de trabalhar o jogo de dominação e submissão entre indivíduos do mesmo grupo social, de forma não-violenta. Isso nos leva a concluir que as brincadeiras e o riso têm o significado da competição entre os indivíduos de uma mesma espécie e grupo social. E nos ajuda a entender as sutilezas das relações sociais, aprendendo a ganhar e a perder, dominar e ser dominado socialmente. O contexto da brincadeira de rolar no chão, perseguir, usar expressão de ameaça é o seguinte: "Vou te atacar e te matar, mas quando o riso se entrelaça nessa brincadeira ele sinaliza: mas não vou machucá-lo, é tudo uma brincadeira.
 

O comportamento de brincadeira é universal entre os mamíferos. Brincar de rolar no chão é como simular um ataque. A vocalização típica nestas situações, indica que isso é só um faz de conta. A brincadeira é essencial para a aprendizagem do alto controle e o comportamento social de que precisaremos na idade adulta e para forjar ligações sociais. 
Ouça a vocalização do macaco e do rato quando estão brincando
O riso é um reflexo primitivo que nós dividimos com alguns animais. Mas o riso humano involve regiões cerebrais altamente desenvolvidas que nos permite por exemplo, entender uma piada. .
O riso é um bom remédio
O riso está associado não somente com o alívio de tensão induzido pelo perigo e sinalização não agressiva, mas também com a expressão de emoções positivas. Isto poderia ser a base para a a expressão bem conhecida mundialmente de que "o riso é um bom remédio". Pesquisas sérias têm mostrado que esta noção é verdadeira. Riso e humor diminuem estresse e ansiedade, reforça a imunidade, relaxa a tensão muscular e diminui a dor. A Medicina moderna está começando a levar vantagens destes efeitos positivos: crianças hospitalizadas que vêm palhaços brincando permancem menos tempo nos hospitais que aquelas que não vêm.
O riso inicia uma cadeia de reações fisiológicas. Primeiro, ele ativa o sistema cardiovascular, então a freqüência cardíaca e pressão arterial aumentam. As artérias então se dilatam, levando, portanto, a uma queda da pressão. Contrações fortes e repetidas dos músculos da parede torácica, abdomen e diafragma aumentam o fluxo sanguíneo nos órgãos. A respiração forçada (o ha! ha! ha! do riso) eleva o fluxo de oxigênio no sangue. A tensão muscular diminui e nós podemos temporariamente perder controle dos nossos membros, como na expressão "ficar fraco de tanto rir". Pessoas que sofrem de raiva crônica têm alta incidência de pressão sanguínea elevada, níveis mais altos de colesterol e ataques card;iacos. Enquanto a raiva, a depressão e frustração perturbam a função de muitos sistemas fisiológicos, incluindo o sistema imune, o riso ajuda estes sistemas a funcionarem melhor. Por exemplo, o riso ajuda o sistema a aumentar o número de células que auxiliam contra a infecção, as células T, no sangue. O riso também pode promover mudanças hormonais benéficas. Cientistas especulam que o riso libera transmissores neuroquímicos chamados endorfinas, os quais reduzem a sensibilidade à dor e promovem sensações prazeros e de bem estar.

SORRIA MAIS E VIVA MAIS E MELHOR!!!!!! 

domingo, 15 de janeiro de 2012

Qual o sexo do seu cérebro???????

Boa tarde,

Você considera seus pensamentos e atitudes masculinos ou femininos???? Sabia que seu cérebro pode ser o responsável por isso. Leia com atenção esta matéria adaptada do site:  http://revistaepoca.globo.com e depois faça o teste para saber se seu cérebro é feminino ou masculina. O meu deu feminino!




Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.

Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.



Faça o teste
 Reprodução
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.




terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Reação ao texto “O Sujeito complexo” de Jean Tellez.

Boa Boite leitores!

Minha primeira publicação de 2012 vai ser minha sétima reação de um texto do autor Jean Tellez. Pode ser considerada uma leitura "pesada e complexa" para leigos no assunto do eu - ego - consciência; mas sobretudo essencial para entendermos um poucos sobre o que somos e nossas dúvidas!

Leiam e questionem:




O autor pretende abordar o estudo complexo de sujeito em Edgar Morin. A análise do cogito (eu penso) feita em “O Método” por Edgar Morin pode ajudar a entender sua noção de sujeito. Ao centralizar no espaço da “consciência”, isto é, no sujeito propriamente humano; consideramos a complexidade do eu consciente que conduz a complexidade própria do eu em geral.
Na visão ontológica, ocorre a revelação do caráter da relação do sujeito consigo próprio. Morin investigará a raiz desse pensamento que permite dizer “eu sou”. Ao dizermos “eu sou”, estamos nos vendo como próprios, ou melhor, somos um “eu” que diz “eu”; é como que descobrir a si mesmos. Da mesma maneira ao pensarmos que pensamos, estamos descobrindo um “eu” que pensa o “eu”. Essa ação trata-se de uma auto-constituição dependente do ser. O ser aqui é entendido como aquilo que é radicalmente outra coisa que o pensamento e, contudo, profundamente solidário dele.
Assim, o “sou” do “eu penso”, logo “eu sou” é uma forma nova e inesperada, que só existe a partir do ente. O ego que emerge do cogito é uma auto-produção de ser, com parte do ser, que se singulariza, entretanto dele. Morin nos ensina a ver atrás desse cogito; um computo (o “eu” computo). Como indivíduo computante, o sujeito é inicialmente um ser vivo, é o que se chama de computação viva.
Para Morin, devemos nos pensar como seres de corações turbilhados, onde mora o caos e ao mesmo tempo a organização. O homem se vê como o objeto mais prodígio da natureza. Somos contraditórios por natureza.
A dualidade da vida/morte, faz o homem perceber que somos tudo para nós mesmos enquanto seres vivos, e ao mesmo tempo não somos nada. Sendo a morte a única certeza da vida; a incerteza é característica marcante no sujeito vivo.
Vivemos uma “estranha vida complexa”, nos organizamos por desorganizações; somos estáveis por intermédio de instabilidades etc. A instável identidade do sujeito humano produz então sua única identidade possível; sua única estabilidade.
A complexidade do mundo é inseparável da complexidade do sujeito. O “vivo do sujeito” e também “a vida do conhecimento” é sua única sobrevida possível, o único vigor que ele dispõe.
O que define o sujeito é seu caráter de auto-eco-organização, o que quer dizer que ele produz sua autonomia dependendo dos fatores ecológicos. O ser vivo mais elementar computa. Eu computo, logo eu sou, eu me produzo.
O cogito reflete o computo. Ao pensar me situo no centro de meu pensamento, assim como quando computo me situo no centro de meu mundo. O “eu” – ego - é uma posição a ocupar. É o centro de meu mundo. A vida e o sujeito constituem a “consciência”.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Dicas de filmes!



BOA NOITE LEITORES,

Neste feriado do nascimento do Menino Jesus, venho desejar à todos muitas alegrias, paz, saúde e amor! Que a esperança e força do Jesus Cristo esteja conosco sempre!

E também aproveito para deixar algumas dicas de filmes que assisti no finalzinho desse ano!

Que venha 2012!

Good movies!











sábado, 17 de dezembro de 2011

Boas Vibrações para 2012!

Boa noite leitores,

Quero compartilhar com vocês uma rápida reflexão já que estamos quase nos despedindo de 2011 e um novo ano começa em breve! Leiam e busquem ser mais fortes, positivos e confiantes em suas vidas!

Enjoy it:



Muitas vezes nos sentimos fracos, inúteis, perdidos, vencidos, tristes, solitários; enfim aquelas sensações de angústia, impotência diante dos desafios e desestimulados por viver. Nessas horas o ideal é não se preocupar tanto com os problemas e tentar ver a vida como um desafio maior e que vale a pena.
É muito importante que vivamos cada dia intensamente, pois outros dias virão, mas aquelas pessoas e sentimentos talvez não. Então, procure pensar, sentir e fazer coisas boas, tanto para você quanto para os outros. Não guarde mágoas e não seja vingativo, ser humano é saber perdoar.
Seja você mesmo sempre, tente encontrar a felicidade nas coisas simples. Ame, sorria, chore, cante, dance, lute, ajude etc. Ser humilde com você mesmo e com os outros é uma grande virtude!
Permita-se aprender, tentar e errar, pois todo erro é um novo aprendizado e experiência adquirida.Viva sua vida e não preocupe tanto com a vida dos outros. Cada ser humano é um novo mundo que deve ser respeitado.
A arte de saber viver é simples, nós é que às vezes optamos por escolhas complicadas e perigosas; não simplesmente por querermos, mas por ainda não nos conhecermos o suficiente e portanto sobre o que queremos ser!
Viva o presente e planeje o futuro, pois todos nós temos direito de sonhar. Tudo é possível quando acreditamos e temos fé em algo maior que nosso plano.
Ame-se e depois aprenda a amar os outros. E pode acreditar......tudo vale a pena quando se É FELIZ!


Autoria: Luênia Tavares (2011)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Impactos Ambientais de Hidrelétricas!

Google Earth mostra o impacto das barragens hidrelétricas em rios, pessoas e no clima

Marina Franco 
Toda forma de produção de energia, mesmo que limpa, causa um impacto no meio ambiente, nas pessoas que vivem em seu entorno e na economia. Não é porque a geração a partir do sol, vento ou da água não emite gases do efeito estufa que ela está livre de causar efeitos negativos.
Se você tem muitas dúvidas sobre o tema, eis uma boa notícia! O Google Earth se uniu às organizações International Rivers* e Friends of the Earth* para disseminar mais informações e estimular o debate. A iniciativa oferece simuladores que analisam como as barragens hidrelétricas transformam a lógica do clima, os ecossistemas dos rios e interferem na vida das pessoas – principalmente as que dependem diretamente dos rios para a sua sobrevivência. Tudo isso relacionado às previsões de mudanças climáticas.
Os arquivos executados pelo programa estão disponíveis para download – você os encontra no final deste post do Google Lat Long Blog. Eles mostram como as transformações do climaafetarão os fluxos dos rios da África, da Amazônia e daqueles alimentados pela geleira doHimalaia. O comprometimento da segurança das barragens previstas nesses locais é apenas um dos problemas. Na Amazônia, os reservatórios de água poderiam, até, causar mais poluição: com o alagamento da floresta, a matéria orgânica perdida se decompõe e emite metano, um dos gases do efeito estufa.
No vídeo abaixo – clique em cc para legendas em português- você pode participar de um tour mundial – com os dados e simulações do Google Earth – pelos principais lugares do mundo onde mais barragens serão construídas. A narração é de Nnimmo Bassey, presidente do Friends of the Earth:
Essa é apenas uma visão do que se deve levar em conta quando se discute a instalação de novas hidrelétricas, principalmente porque não engloba uma comparação de impactos, custos e eficiência em relação a outras fontes de produção. Perfeito em tempos de polêmicas sobre a construção da hidrelétrica de Belo Monte e de outras tantas que veem por aí. Que bom seria se o Google simulasse os impactos de usinas solares e eólicas, que poderiam complementar – e não substituir – a energia produzida por hidrelétricas, não é mesmo?
Você ainda é a favor da Belo Monte???????

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Música para quê?

Comer dá prazer e também tem uma utilidade óbvia. Sexo é bom, claro, e quem pratica sempre pode pensar que está garantindo a continuidade da espécie. Mas e a música, para que serve? Depois de trabalhar com Joni Mitchel e a banda Grateful Dead, o produtor Daniel Levitin resolveu tentar responder a essa pergunta. Hoje, ele é professor da McGill University, em Montreal, e uma referência mundial em termos de percepção e cognição da música. Em seu livro This Is Your Brain On Music (“Este é o Seu Cérebro Com a Música”, sem versão em português) Levitin explica que a música atua no cérebro de uma forma muito parecida com comida e sexo – e, assim como eles, também é muito útil.


Afrodisíaco
De todos os estilos musicais, o rock é o que tem mais apelo sexual. “Se as mulheres pudessem, elas engravidariam de astros do rock”, ele explica. “Algo neles sugere criatividade, flexibilidade de corpo e mente e talento para expressar emoções.”
Antidepressivo
Som é um fenômeno psicológico. As canções ativam o lobo frontal, produzem dopamina e atuam no cerebelo, que é capaz de se sincronizar no ritmo da música – o que provoca prazer.
Evolutivo
Todos os povos, de todas as culturas, de todos os tempos nos últimos 36 mil anos, fazem e ouvemmúsica. Além de reforçar a coesão social, ela desenvolve a capacidade cognitiva. “Para um cérebro, amúsica é uma brincadeira”, diz o autor.
This Is Your Brain on Music: The Science of a Human Obsession
Daniel Levitin. Editora Dutton, EUA, 2006, US$ 25
Então gente, o que vocês estão esperando para curtir suas músicas preferidas em alto e bom som? Cante e dance! Seja feliz!
♫Please don´t stop the music♪

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Reação ao texto de Peter Berguer “O Dossel sagrado: elemento para uma teoria sociológica da religião”. Capítulo 1(Religião e construção do mundo).

Boa noite leitores!

Nesta noite trago mais uma reação sobre o sentido da Religião no processo de formação do ser humano. Com algumas "pinceladas" nos sentidos de exterioridade, interioridade e objetivação do desenvolvimento humano na sociedade!

Boa leitura:



Em seu texto, Berguer, pretende relacionar a religião humana com a construção humana do mundo. Concordo com o autor quando diz que “a sociedade é produto do homem e a de que o homem é produto da sociedade”, pois não pode haver realidade social sem o homem, como também não pode haver a formação de um indivíduo sem a intervenção da sociedade.
            O processo dialético da sociedade consiste em três momentos: a exteriorização, a objetivação e a interiorização. É através da exteriorização que a sociedade é um produto humano. O ser humano é exteriorizante por essência; quando nasce o organismo humano ainda está inacabado e se encontra em um mundo que precede sua existência.
Sempre o ser humano procura o equilíbrio com seu corpo e com seu mundo. E esse mundo é a cultura, que pode ser entendida como produto da própria atividade humana. Por ser um animal social, o homo sapiens, quando constrói seu mundo, toma esse empreendimento com um caráter coletivo.
A objetivação é responsável por tornar a sociedade uma realidade. O autor explica que a “matéria de que a sociedade e todas as suas formações são feitas são os sentidos humanos externados na atividade humana”. A pesar da cultura se originar nas consciências subjetivas, ela subsiste fora da subjetividade do indivíduo, como um mundo, e esse mundo atinge o caráter de realidade objetiva.
A vida só é objetivamente real ao próprio indivíduo e a toda a sociedade porque está inserida no interior do mundo social, o qual tem caráter de realidade objetiva. Os papéis sociais representam a força coercitiva que a sociedade exerce sobre os indivíduos e além disso você precisa ser você mesmo.
A interiorização é responsável pelo homem ser um produto da sociedade. Este processo pode ser entendido com a reabsorção na consciência do mundo objetivado de tal maneira que as estruturas deste mundo vêm a determinar as estruturas subjetivas da própria consciência. O indivíduo é socializado para ser uma determinada pessoa e habitar um determinado mundo.
A realidade subjetiva do mundo depende da continuidade que lhe é dada. O mundo social não é possivelmente absorvido pelo indivíduo, e sim apropriado ativamente por ele. O indivíduo é responsável por replicar o mundo que o formou e desse modo continua a mantê-lo como realidade.
A sociedade é responsável pela ordem e sentido da vida, por isso quando o indivíduo perde a conversação com o mundo social ele se torna doente; pois ele perde seu “espelho”, não mais se reconhece, nem ao mundo que vive.
 “A religião é o empreendimento humano pelo qual se estabelece o cosmos sagrado”, diz Berguer. O cosmos transcende ao mesmo tempo que inclui o homem. Ao enfrentar o sagrado como realidade, o homem coloca sua vida em ordem e dotada de sentido. A religião representa o grau mais alto de exteriorização do homem pela infusão, dos seus próprios sentidos pela realidade.


domingo, 20 de novembro de 2011

Outras frases perdidas!

Boa noite!!!!!!!

Que tal mais algumas frases, porém, deste ano de 2011? Estas também foram feitas por acaso, no calor da emoção ou mesmo porque não tinha o que fazer "rsrsrsrsrsrsrs"

Leiam e podem copiar:




Não adianta fazer nada perfeito, isso nunca vai está perfeito, nem para você, nem para os outros!

Numa tempestade de dúvidas, se abrigue e se fortaleça no seu coração; ele é mais forte do que você imagina!

Quando você quer as coisas não acontecem, já quando você nem lembrar mais, tudo acontecerá!

Apesar de não podermos escolher nossos pais, podemos escolher a forma como tratá-los. Ame-os, pois eles são únicos e mortais!

Não tente perceber nos outros, seus defeitos; mas sim suas virtudes. Pois aprendemos a conviver com defeitos, mas não sem as virtudes!

A vida é feita de escolhas. Não se lamente caso faça a escolha errada. Sempre há uma segunda chance!

Muito pior do que ser ferido no corpo é ser ferido na alma; pois esses sentimentos feridos, nunca ou raramente cicatrizarão!

Tudo na vida tem sua hora certa para acontecer. A penas esteja atento para não deixar as oportunidades passarem despercebidas!

Sabe quando seu coração está cansado da solidão? Pois é, o meu se encontra assim!

Tentando ver e viver a vida com cores sutis e sabor de alegria!

Beijinhos!!!!!!!!

sábado, 12 de novembro de 2011

DICAS DE CDS PARA OUVIR EM ALTO E BOM SOM!

Oi Galerinha!

Este ano ouvi muita música boa até agora! Quem me conhece sabe que 70% ou 80% do que ouço é internacional, então não ache estranho se nesta lista só tiver um ou dois cds nacionais.

Aí vai:

1 I´m with you (Red Hot Chili Peppers)

2 Doo Hops and Hoolingans (Bruno Mars)

3 Loud (Rihanna)

4 Hands all over (Maroon 5)

5 Adele 21 (Adele)

6 Goodbye Lullaby (Avril Lavigne)

7 Humanity Hour (Scorpions)

8 The greatest singles (Lady Gaga)

9 Madison Squar Garden (Ivete Sangalo)

10 Ao vivo na Ilha da Magia (Exaltasamba)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dicas de Filmes!

Boa noite queridos leitores!


Trago algumas dicas de filmes, principalmente de suspense e terror! Espero que curtam!

Aí vai:














Dica para assistir online: Tv supremo!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Reação ao texto de Michel Serres. “Variações sobre o corpo”.

Oi queridos leitores!


Já fazia algum tempinho que não tinha postado mais minhas reações de texto do curso de Ciências Sociais!Hoje trago uma bem interessante que aborda o aprendizado através do corpo e suas alterações durante nossa vida.


Acredito que para quem admira o corpo humano e se permite conhecê-lo (por exemplo, através da dança), vai gostar do que escrevi.


E deixo mais uma frase minha: Quando dançamos liberamos energia e emoções advindas da alma! (Luênia, 2011).






Quando SERRES aborda “Dos cinco sentidos à cultura” ele utiliza a frase dos Iluministas, que diz: “nada existe no intelecto que primeiramente não estivesse nos sentidos”. Nisso compreende-se que o caminho dos sentidos em busca do entendimento provoca o desaparecimento do corpo, ele seria apenas um condutor desses sentidos. Subentende-se que para conhecer não é necessário “corpo”. Acredito que os sentidos necessitem do corpo e vice-versa, pois sem meu corpo, não sentiria e sem meus sentidos não teria um corpo vivo.
Como bem coloca o autor, “a origem do conhecimento, e não somente a do conhecimento intersubjetivo, mas também do objetivo, reside no corpo”. É como se o “saber” fosse herança de outros “saberes”, quando ensinamos, relembramos e expomos esse saber, o fazemos crescer, ou seja, ensinando aprendemos mais. O corpo possui uma presença cognitiva própria e a imitação é uma atividade sensorial, que tem seu resultado nos gestos.
No início de nossas vidas e posteriormente, sempre estamos aprendendo e sentido emoções, através dos outros. Experimentamos, imitamos e aprendemos e assim crescemos. É interessante quando SERRES coloca que a “oposição é a melhor forma de imitar e que a imitação, ao contrário, transforma-se rapidamente em conflito: se você se opõe, você copia”. O conhecimento fiel a imitação terá o conflito como acompanhante.
Concordo com o autor sobre a aprendizagem. É verdade que o número de coisas que aprendemos é muito maior do que podemos dominar; também compreendemos mal aquilo que nos é mal explicado. Primeiro nós aprendemos sem compreender para só depois compreender. A inteligência é muito mais complexa; realmente sabemos mais daquilo que não sabemos e sabemos mal o que realmente sabemos. A compreensão depende mais da capacidade de evoluir do que da explicação e conseqüentemente o saber mergulha no corpo e dele aparece novamente já compreendido.
O corpo possui memória própria, a ponto de reproduzir mais rapidamente do que assimila; como bem coloca o SERRES, “o corpo imita, armazena e lembra”. O corpo adquire o saber e faz, porque imita as coisas diretamente.  Na perspectiva de SERRES, perdemos o corpo que nos servia de suporte, ou seja, com a escrita, nos tornamos insensíveis a qualquer outro tipo de suporte.
O corpo corre perigo ao ensinar para conseguir atenção. Durante seu mergulho no saber, que o ultrapassa, ele corre o risco de perde-se. Para SERRES, o conhecimento deve servir para cuidarmos das coisas e do mundo e para acabar com o conflito que nos opõe a ele. Seria uma ética natural, nos aceitarmos como algo natural que necessita deste mundo para conhecê-lo e viver.
A imitação é o que torna o corpo adaptável e indefinidamente flexível às mudanças. Ela inicia o conhecimento, que entra no corpo, tornando-o flexível e ativo. Enfim, o pensamento propicia a saúde e quando os dois conversam com sua irmã, a imortalidade, está buscando formas de aprendizado que possam fazer da vida algo mais feliz e admirável.

By Luênia 2008.